A Câmara Municipal de Braga apresentou o Dispositivo Municipal de Vigilância e 1.ª Intervenção, uma iniciativa que reforça a capacidade operacional no terreno para 2026, mas que coloca o foco no envolvimento direto da comunidade.
O plano reuniu forças de segurança, proteção civil e parceiros, incluindo as ULPC de Este, Sobreposta, Pedralva e Lomar e Arcos, cujos operacionais, juntamente com a Equipa Municipal de Intervenção Florestal (EMIF), receberam novos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), num investimento superior a 35.000€ cofinanciado pelo NORTE 2030.
O dispositivo para 2026 conta com 56 operacionais e 19 viaturas na vigilância, e 229 operacionais apoiados por 24 viaturas na 1.ª intervenção (mais sete do que no ano anterior), reforçando a capacidade de resposta no terreno.
O presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, sublinhou que a proteção civil no concelho tem vindo a consolidar-se como um trabalho cada vez mais integrado entre as entidades e a comunidade. O autarca destacou a importância de uma cultura de prevenção partilhada e construída desde tenra idade, garantindo que os serviços municipais e os operacionais estão hoje mais preparados, qualificados e mobilizados do que nunca, fruto de um forte investimento em mais meios, mais recursos e mais formação.
No plano das infraestruturas e da estratégia de combate no terreno, João Rodrigues detalhou ainda a criação de um novo ponto de água em Oliveira São Pedro e a preparação de outro em Arentim, infraestruturas cruciais para reforçar a capacidade de resposta imediata no combate a incêndios rurais.
Fonte: Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Braga
