Dia 26 de maio de 2025 marca o momento da assinatura do protocolo para a constituição da Estação Náutica de Santo Tirso. Este será um instrumento de cooperação ativa entre o Município e os 30 parceiros institucionais e privados, desde escolas a associações, clubes desportivos, operadores turísticos, empresas, e entidades públicas e sociais.
A sessão foi presidida por Alberto Costa, presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, e contou com intervenções de Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, e de Luís Ferreira, consultor que tem acompanhado todo o processo deste conceito imaterial.
Esta Estação Náutica é, assim, constituída por uma rede de oferta turística náutica de qualidade, organizada a partir da valorização integrada dos recursos hídricos presentes no território, que inclui a oferta de alojamento, restauração, cultura, desporto, atividades náuticas desportivas e de recreio, bem como outras atividades e serviços relevantes para a atração de turistas, acrescentando valor e criando experiências diversificadas e integradas.
Desde os rios Ave, Leça, Sanguinhedo e Vizela, até às águas termais das Caldas da Saúde, Santo Tirso reúne condições únicas para se afirmar como uma nova centralidade no turismo náutico de interior, e a nova Estação Náutica de Santo Tirso nasce com objetivos claros.
Entre estes, inclui-se: promover os desportos e as práticas de recreio náutico; estruturar um cluster turístico com base na água, unindo desporto, saúde e natureza; valorizar o património natural, arquitetónico, religioso e cultural; promover as festas e romarias, a gastronomia, as artes e ofícios, e os grandes eventos como o Festival Internacional de Guitarra ou os Dias da Camélia; criar sinergias com os Percursos Pedestres, ciclovias, parques urbanos, a Praia Urbana e a Serra da Agrela, para oferecer uma experiência turística coesa e diferenciadora.
O projeto das Estações Náuticas de Portugal insere-se numa iniciativa nacional promovida pela Fórum Oceano, no âmbito do Portugal Náutico, e visa certificar territórios que consigam estruturar, de forma sustentável e integrada, uma oferta turística ancorada nos seus recursos hídricos.
O processo conta com o envolvimento do Ministério do Mar (através da Direção-Geral de Política do Mar), da Secretaria de Estado do Turismo (através do Turismo de Portugal), do Ministério da Educação (através da Direção-Geral da Educação), e da Secretaria de Estado de Valorização do Interior.
Fonte: Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Santo Tirso
