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CAMPUS Paulo Cunha e Silva assinala 4º aniversário com uma conversa e inauguração de escultura

ByMItv

Jun 6, 2025

O CAMPUS Paulo Cunha e Silva nasceu da convicção de que a cultura deve ser vivida como espaço vivo e experimental, refletindo o espírito visionário de Paulo Cunha e Silva.

Desde a abertura, quase 25 mil pessoas – entre estudantes e profissionais das artes performativas – passaram pelo espaço, que é hoje referência no panorama das artes performativas a nível nacional e internacional.

Nestes quatro anos de atividade, o CAMPUS acolheu mais de 132 residências, das quais 29 internacionais, e organizou mais de 350 práticas expandidas e workshops. Os quatro estúdios registam uma taxa de ocupação de 85%, indicador claro da procura e da relevância do projeto.

Assim, para comemorar esta data, o CAMPUS Paulo Cunha Silva começa o dia 9 de junho com uma aula, das 9h30 às 11 horas, no Estúdio 2, orientada por Djam Neguin. Este é um convite para reconectar com o solo, a partir da ativação dos pés no chão, integrado numa pesquisa de movimento de danças urbanas e afro-contemporâneas.

Das 15 horas às 17h30, Nala Revlon orientará uma prática focada nos elementos do Vogue Fem. Serão explorados exercícios de improvisação, ritmo, musicalidade e construção de um vocabulário corporal individual.

As aulas têm um preço de três euros e podem ser adquiridas na Bilheteira Online.

Ao mesmo tempo, das 15h30 às 17h30, haverá uma conversa aberta sobre os centros de residências e experimentação artística, que contará com a presença de Carlota Lagido, de O Lugar do meio; José Freitas, de A PiSCiNA; Mafalda Sebastião, de Polo Cultural Gaivotas | Boavista; Joana Ferreira e Drew Klein do CAMPUS PCS, e ainda com artistas como Jo Castro, Aurora, Patrícia Fonseca/Teatro Gíria e Wura Moraes. Esta conversa é de entrada livre.

Para terminar o dia, às 18 horas, será inaugurada a escultura “Sobre como habitar um corpo terreno”, de Svenja Tiger, que contará com a presença da artista. Nesta peça, contempla-se a apokálypsis (revelação, em grego) como uma prática iniciática, inspiradora e libertadora.

Fonte: Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal do Porto

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