A Câmara Municipal de Águeda presta um apoio ao arrendamento a 56 agregados familiares do concelho que passam, no momento, por uma situação de dificuldade ou constrangimento financeiro. A medida reflete um apoio superior a 94 mil euros.
A formalização dos apoios decorreu anteontem, numa sessão realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho, que contou com a presença de arrendatários e proprietários abrangidos pela medida.
Para Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda, este é “um dos programas mais emblemáticos” do concelho, destacando que se trata de um apoio pensado para responder a momentos concretos de dificuldade. “Na vida, há fases em que precisamos do apoio da comunidade e é exatamente isso que este programa procura garantir”, disse, sublinhando que no Município de Águeda, não existe qualquer limitação financeira ou outro tipo de restrições à atribuição deste apoio e que “todos os pedidos, desde que cumpram os critérios definidos no regulamento, são apoiados”.
O Edil reforça que o modelo adotado pelo Município vai além de outras respostas públicas, ao permitir uma maior abrangência e proximidade. “Acreditamos que estes momentos devem ser encarados como transitórios, ajudando as pessoas a reorganizar a sua vida. Mas também sabemos que, em alguns casos, esse apoio pode ser necessário por mais tempo, e estaremos cá para o assegurar”, reforçou.
Jorge Almeida destaca ainda o impacto da medida na coesão social, defendendo um modelo que privilegia a integração das famílias no tecido urbano. “Não acreditamos na criação de bairros sociais, porque isso tende a concentrar problemas e a gerar exclusão. O que promovemos é a integração das famílias na comunidade, em habitações dignas, distribuídas pelo concelho”, disse.
O Presidente da Câmara de Águeda salienta igualmente o impacto do programa no mercado habitacional. “Ao garantirmos uma parte significativa da renda, damos confiança aos proprietários para colocarem as suas casas no mercado. Isso permite recuperar habitações que estavam desocupadas e revitalizar zonas que estavam mais abandonadas. No fundo, é uma solução em que todos ganham”, defendeu.
Fonte: Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Águeda
