A Câmara Municipal dos Arcos de Valdevez apresentou às Juntas de Freguesia o Plano de Ação para o Território de Santa Cruz, onde o objetivo é valorizar o potencial humano, recuperar o património natural e cultural e as atividades agroalimentares e promover o turismo e a economia da zona.
“Santa Cruz” é a designação para a área municipal onde se procura uma nova abordagem sobre as áreas Oeste dos Arcos de Valdevez. Assente na história milenar do antigo castelo medieval com o mesmo nome, Santa Cruz pretende recuperar a centralidade e a importância desse território, trazendo-o para a atualidade.
A criação do CIFA – Centro de Interpretação da Flora Autóctone no viveiro de Grandachão e da “Quinta Ciência Viva – das Plantas e dos Aromas” em Monte Redondo; a valorização dos Fortes do Extremo, a criação da Porta do Castelo e do Jardim Botânico e de uma rede de trilhos e miradouros são as ações previstas para o local.
A autarquia tem ponderado também a realização de eventos culturais, tais como a “Música no Monte” – um evento musical a decorrer em diversos locais; a Festa do Bibo – uma feira improvisada nas freguesias para valorizar e comercializar produtos e artesanato locais; e a Aldeia das Artes, onde se pretende trazer ao território vários géneros artísticos.
A criação de residências artísticas também é opção, encontrando-se na lista a residência de Bailado e dança contemporânea, denominada de “Ó gente da Minha Terra”.
Até ao momento, foram apresentadas várias ações que já se encontram a decorrer e que evidenciam a vontade da Câmara Municipal dos Arcos de Valdevez e das autarquias de freguesia “em valorizar e promover as potencialidades do território arcuense de Santa Cruz”, contam em comunicado.
O plano irá abranger as freguesias de Jolda Madalena e Rio Cabrão, Miranda, Monte Redondo, Padreiro Salvador e Santa Cristina, Cendufe, Rio Frio, Rio de Moinhos, Salvador, Vilafonche e Parada, Senharei, Sabadim, Eiras e Mei, Padroso e Portela e Extremo.

